1. Preparação
O encontro abre medindo o preparo, com uma pergunta de Peer Instruction sobre o conteúdo desta seção. Faça as três partes antes da aula; a trilha mínima diz por onde começar quando o tempo da semana não alcança todas.
Trilha mínima
| Prioridade | Item | Tempo | Para que serve no encontro |
|---|---|---|---|
| Indispensável | Animações 1 e 2 desta seção | sem duração declarada | a curva de dois ativos do Peer Instruction e do widget, e a correlação em crise do Bloco 5 |
| Indispensável | Autoverificação de cinco perguntas, sem nota | sem duração declarada | mostra ao aluno o que rever antes do encontro |
| Recomendado | Autoestudo: Diversificação eficiente: a matemática de não colocar todos os ovos na mesma cesta | 80 min | base conceitual de covariância, correlação e risco da carteira |
| Aprofundamento | Leitura complementar: capítulo de diversificação eficiente do autoestudo, relido com a matriz da cesta do grupo | sem duração declarada | depois do encontro, com a matriz do A3 |
| Avaliação, fora do preparo | Atividade Ponderada 1: Diagnóstico de uma carteira herdada | 120 min | atividade avaliada de peso 3, com enunciado na Adalove |
A trilha indispensável é formada pelas duas animações e pela autoverificação; pelo contrato de vídeo do acervo, cada animação tem até 60 segundos, e a autoverificação não tem duração declarada. O autoestudo recomendado acrescenta 80 min. Os tempos dos autoestudos são os da Adalove, fixos. A Ponderada 1 aparece na Adalove entre os autoestudos da semana, mas é avaliação: os 120 min dela não contam como preparo para o encontro.
Autoestudos da semana
- Diversificação eficiente: a matemática de não colocar todos os ovos na mesma cesta (80 min)
- Atividade Ponderada 1: Diagnóstico de uma carteira herdada (120 min)
Os dois estão na Adalove. A Ponderada 1 vale 3 pontos e tem a carteira individualizada pelo último dígito do RA; o enunciado fica só na Adalove.
Animação 1: a curva de dois ativos conforme a correlação cai
O que observar: as carteiras de PETR4 com IVVB11, com volatilidades e retornos medidos na cesta. Só a correlação muda, de +1 a −1. Repare para onde vai o ponto de menor risco e em que correlação a curva passa à esquerda do IVVB11, o ativo menos arriscado.
Animação 2: a correlação móvel de dois pares
O que observar: a correlação de 63 pregões de ITUB4 com BBDC4 e de PETR4 com IVVB11. Compare o nível das duas linhas na maior parte do período e o que acontece com a segunda em março de 2020.
Autoverificação, sem nota
- Dois ativos, um com 30% e outro com 20% de volatilidade, correlação zero e metade do
dinheiro em cada. A volatilidade da carteira fica abaixo de 20%, entre 20% e 25% ou em
25%, a média das duas?
Resposta comentada
Abaixo de 20%: 18,03%. Com correlação zero o termo cruzado some, e a variância é 0,25 × 0,09 + 0,25 × 0,04 = 0,0325, cuja raiz é 18,03%. A carteira fica abaixo até do ativo menos arriscado. Os 25% só aparecem com correlação 1.
- Na animação 1, com correlação −1, qual é o menor risco possível da carteira de PETR4
com IVVB11?
Resposta comentada
Zero, com 33,92% em PETR4. Com correlação −1 os dois retornos se movem sempre em sentidos opostos, e existe um peso em que as oscilações se anulam. Nenhum par real da cesta chega a −1.
- Na mesma animação, com correlação +1, qual peso em PETR4 dá o menor risco?
Resposta comentada
Zero: tudo em IVVB11, com 20,15% de risco. Com correlação 1 a carteira é uma média ponderada das volatilidades, e misturar só aproxima do ativo mais arriscado.
- Na animação 2, o que acontece com a correlação de PETR4 com IVVB11 entre o fim de 2019
e o fim de março de 2020?
Resposta comentada
Sobe de 0,01 para 0,77. O par que quase não tinha relação passou a cair junto no pior mês da janela, justamente quando a diversificação mais seria útil.
- Por que um relatório ao comitê mostra a correlação no lugar da covariância?
Resposta comentada
A correlação não tem unidade e fica entre −1 e 1, então dá para comparar pares e períodos. A covariância está em retorno ao quadrado e depende das duas volatilidades: a covariância anual de 0,0212 entre PETR4 e VALE3, na matriz da cesta, não diz, sozinha, se o vínculo é forte. A correlação do mesmo par é 0,21.
2. Do risco de cada ativo ao risco da carteira
A tabela da Aula 02 mede cada ativo sozinho: a PETR4 tem 39,25% de volatilidade anual, o
ITUB4 29,36%, o BBDC4 34,09% e o IVVB11 20,15%. O parceiro vai alocar o caixa numa carteira,
e o risco da carteira depende também de como os ativos se movem juntos. Com peso
w no ativo A e 1 − w no ativo B, a variância da carteira é:
variância = w² σa² + (1 − w)² σb² + 2 w (1 − w) ρ σa σb
Os dois primeiros termos são o risco de cada ativo, ponderado. O terceiro é o único que
depende da correlação ρ. Com ρ = 1 a expressão vira um quadrado
perfeito e o risco da carteira é a média ponderada das duas volatilidades. Qualquer
correlação menor que 1 encolhe o terceiro termo e leva a carteira para baixo dessa média.
Esse é o argumento matemático da diversificação apresentado por Markowitz em 1952.
| Correlação | Risco de dois ativos de 30%, metade em cada |
|---|---|
| 1 | 30,00% |
| 0,5 | 25,98% |
| 0 | 21,21% |
| −1 | 0,00% |
3. Covariância e correlação
A covariância de dois ativos é a média do produto dos desvios de cada retorno diário em relação à própria média. Ela é positiva quando os dois costumam ficar acima (ou abaixo) da média no mesmo dia, e negativa quando um fica acima enquanto o outro fica abaixo. A unidade é retorno ao quadrado, e o tamanho depende das duas volatilidades.
A correlação é a covariância dividida pelo produto dos dois desvios padrão. A divisão tira a unidade e prende o número entre −1 e 1. Por isso a correlação compara pares e períodos, e é ela que circula num relatório; a covariância é o que entra na conta do risco e na matriz que o motor do A3 consome.
Correlação não é inclinação. A correlação de 0,72 entre ITUB4 e BBDC4 não diz que o BBDC4 sobe 0,72% quando o ITUB4 sobe 1%. Isso seria o coeficiente de uma regressão, o beta. A correlação diz quão consistente é o movimento conjunto, sem dizer o tamanho dele.
No pandas, retornos.cov() e retornos.corr() calculam as duas
matrizes de uma vez. Por padrão, cada par usa os pregões em que os dois ativos têm retorno,
e cada par fica numa janela diferente: com a GOLD11, que estreia em 11/12/2020, 1.423
pregões; sem ela, 1.907. Uma matriz montada assim não garante ser positiva semidefinida, e o
otimizador da Aula 04 pode devolver variância negativa. Por isso a matriz desta aula segue a
ADR-009 e parte da janela comum dos 15 ativos,
retornos.dropna(): 1.423 retornos, de 14/12/2020 a 31/08/2026. A seção 6 mede
o que essa janela custa.
4. A matriz de correlação da cesta
Com 15 ativos há 105 pares, e na janela comum a correlação média deles é 0,22: a cesta inteira se move junto em algum grau, porque todos respondem ao mesmo ciclo de juros e ao humor do mercado brasileiro.
| Par | Correlação | Leitura |
|---|---|---|
| ITUB4 e BBDC4 | 0,72 | a maior da cesta: dois bancos privados expostos a juros, crédito e regulação |
| BBAS3 e BOVA11 | 0,65 | o BOVA11 replica o Ibovespa, em que os bancos pesam |
| ITUB4 e BBAS3 | 0,61 | banco privado e banco público seguem o mesmo setor |
| PETR4 e BOVA11 | 0,53 | a Petrobras pesa no Ibovespa, ao lado de dezenas de outras ações |
| PETR4 e VALE3 | 0,21 | duas exportadoras de commodity, com ciclos diferentes |
| ITUB4 e IVVB11 | −0,08 | banco brasileiro e bolsa americana em reais |
| PETR4 e IVVB11 | −0,09 | petroleira brasileira e bolsa americana em reais |
| BOVA11 e GOLD11 | −0,21 | bolsa brasileira e ouro |
Os 21 pares negativos da matriz têm todos a GOLD11 ou o IVVB11, e o menor é RENT3 com GOLD11, −0,22. O ouro costuma ser procurado quando a bolsa cai, o IVVB11 sobe em reais quando o dólar sobe, e a matriz registra os dois movimentos. Na aula, a sala classifica estes oito pares por uma heurística exploratória declarada no slide: correlação a partir de 0,60 concentra risco, de 0,30 a 0,60 é intermediária e abaixo de 0,30 diversifica. Os limiares servem para organizar a discussão e não têm respaldo em padrão de mercado. Correlação sozinha não decide quanto risco a carteira elimina: o peso de cada ativo e a volatilidade de cada um entram na mesma conta, e a correlação muda com a janela.
A tabela abaixo confere os oito pares com uma carteira de 50% em cada ativo, medida na janela comum dos dois (ADR-009). A redução compara a volatilidade anual da carteira com a média ponderada das duas volatilidades, em pontos percentuais e em proporção da média.
| Par 50/50 | ρ na cesta | ρ no par | Janela do par (início, retornos) | Volatilidades | Média ponderada | Carteira | Redução |
|---|---|---|---|---|---|---|---|
| ITUB4 e BBDC4 | 0,72 | 0,80 | 03/01/2019, 1.907 | 29,36% e 34,09% | 31,72% | 30,13% | 1,59 p.p. (5,01%) |
| BBAS3 e BOVA11 | 0,65 | 0,76 | 03/01/2019, 1.907 | 34,39% e 23,41% | 28,90% | 27,19% | 1,71 p.p. (5,92%) |
| ITUB4 e BBAS3 | 0,61 | 0,71 | 03/01/2019, 1.907 | 29,36% e 34,39% | 31,87% | 29,51% | 2,37 p.p. (7,43%) |
| PETR4 e BOVA11 | 0,53 | 0,69 | 03/01/2019, 1.907 | 39,25% e 23,41% | 31,33% | 28,94% | 2,39 p.p. (7,63%) |
| PETR4 e VALE3 | 0,21 | 0,41 | 03/01/2019, 1.907 | 39,25% e 35,49% | 37,37% | 31,39% | 5,98 p.p. (16,01%) |
| ITUB4 e IVVB11 | −0,08 | 0,08 | 03/01/2019, 1.907 | 29,36% e 20,15% | 24,75% | 18,48% | 6,27 p.p. (25,33%) |
| PETR4 e IVVB11 | −0,09 | 0,14 | 03/01/2019, 1.907 | 39,25% e 20,15% | 29,70% | 23,28% | 6,42 p.p. (21,62%) |
| BOVA11 e GOLD11 | −0,21 | −0,21 | 14/12/2020, 1.423 | 18,50% e 19,80% | 19,15% | 12,06% | 7,09 p.p. (37,01%) |
Na janela do par, que inclui março de 2020, PETR4 e BOVA11 sobe de 0,53 para 0,69 e PETR4 e VALE3 de 0,21 para 0,41, e os dois pares trocariam de classe pela heurística. ITUB4 com IVVB11 corta 25,33% do risco médio, e PETR4 com IVVB11, de correlação maior, corta 21,62%. O parecer do A3 cita peso, volatilidade, janela e redução medida ao lado de cada correlação.
5. O peso de menor risco
Derivando a variância de dois ativos em relação ao peso e igualando a zero, o peso em A que minimiza o risco é:
w* = (σb² − ρ σa σb) / (σa² + σb² − 2 ρ σa σb)
Sem venda a descoberto, o peso fica limitado entre 0 e 1. Aplicada aos três pares do widget da aula. Cada par é medido na janela comum dos dois ativos (ADR-009): 1.907 retornos desde 03/01/2019, ou 1.423 desde 14/12/2020 no par com a GOLD11.
| Par | Correlação | Volatilidades | Peso de menor risco | Menor risco |
|---|---|---|---|---|
| ITUB4 e BBDC4 | 0,80 | 29,36% e 34,09% | 86,14% em ITUB4 | 29,22% |
| PETR4 e IVVB11 | 0,14 | 39,25% e 20,15% | 17,12% em PETR4 | 18,85% |
| BOVA11 e GOLD11 | −0,21 | 18,50% e 19,80% | 52,79% em BOVA11 | 12,03% |
O resultado do segundo par é o que mais surpreende: colocar 17,12% num ativo de 39,25% de volatilidade reduz o risco para 18,85%, abaixo dos 20,15% do IVVB11 sozinho. A correlação baixa faz os movimentos da PETR4 compensarem parte dos movimentos do IVVB11. No par de bancos acontece o contrário: com 0,80 de correlação, o melhor que a mistura consegue fica a 0,14 ponto percentual do ITUB4 sozinho. A correlação dos bancos aqui, 0,80, é maior que os 0,72 da matriz da cesta porque a janela do par inclui março de 2020.
6. A covariância anualizada
Com retornos diários independentes, a variância de 252 pregões é 252 vezes a variância diária, e o mesmo vale para a covariância. Por isso a matriz anual é a diária vezes 252, e a volatilidade anual é a raiz da diagonal. Na janela comum dos 15 ativos, a diagonal anual da PETR4 é 0,1116, e a raiz de 0,1116 dá 33,40%.
precos = ler_csv("precos_ajustados.csv", index_col="data", parse_dates=["data"]).ffill()
retornos = precos.pct_change(fill_method=None).iloc[1:]
comum = retornos.dropna() # janela comum dos 15 ativos (ADR-009)
cov_anual = comum.cov() * 252
np.sqrt(np.diag(cov_anual)) # volatilidade anual na janela comum
| PETR4 | VALE3 | ITUB4 | IVVB11 | |
|---|---|---|---|---|
| PETR4 | 0,1116 | 0,0212 | 0,0261 | −0,0055 |
| VALE3 | 0,0212 | 0,0886 | 0,0178 | 0,0042 |
| ITUB4 | 0,0261 | 0,0178 | 0,0651 | −0,0035 |
| IVVB11 | −0,0055 | 0,0042 | −0,0035 | 0,0312 |
O erro de anualizar a correlação. É comum multiplicar as duas matrizes por 252 no mesmo passo. A correlação não tem período: ela é a covariância dividida pelos desvios padrão, e o fator 252 aparece em cima e embaixo e se cancela. Multiplicada por 252, a correlação de 0,72 do par de bancos vira um número acima de 1, o que não existe. Quando aparecer uma correlação maior que 1, procure esse passo.
O erro de usar raiz de 252. Raiz de 252 anualiza o desvio padrão. Aplicada à matriz de covariância, que está em variância, subestima o risco anual.
Antes de entregar a matriz ao motor do A3, duas verificações: ela precisa ser simétrica e positiva definida (todo autovalor maior que zero). Uma matriz que não é positiva definida admite carteira com variância negativa, e o motor sorteia carteiras impossíveis. A matriz da cesta passa nas duas, e o notebook as executa.
O custo da janela comum
A Aula 02 mediu a PETR4 na série inteira dela, 39,25%. A diagonal da matriz dá 33,40% porque a janela comum dos 15 ativos só começa quando a GOLD11 passa a ter cotação. Os 484 retornos anteriores ficam de fora da matriz, e com eles março de 2020:
| Medida | Série inteira, sem a GOLD11 | Janela comum dos 15 |
|---|---|---|
| Primeiro retorno | 03/01/2019 | 14/12/2020 |
| Retornos | 1.907 | 1.423 |
| Pregões de março de 2020 | 22 | 0 |
| Volatilidade anual da PETR4 | 39,25% | 33,40% |
| Correlação de PETR4 e IVVB11 | 0,14 | −0,09 |
É o efeito de descartar datas que a Aula 01 mostrou no tratamento de ausências. A alternativa é tirar a GOLD11 da cesta: a janela comum dos 14 ativos restantes volta a ter 1.907 retornos, com março de 2020. O grupo registra essa escolha no ADR do estimador de covariância do A3, com os números desta tabela, porque ela decide se o motor e o otimizador da Aula 04 enxergam o choque de 2020.
7. Correlação em crise
A correlação da janela inteira é uma média de períodos calmos e de crises. Calculada em janelas móveis de 63 pregões, cerca de um trimestre, na janela comum de cada par, ela mostra quando os pares passam a andar juntos. Em março de 2020, a correlação média dos pares sobe de 0,36, na janela inteira, para 0,74 nos 22 pregões do mês. As duas médias usam os 14 ativos com cotação em 2020, sem a GOLD11.
| Par, correlação em 63 pregões | Fim de 2019 | Fim de março de 2020 | Máximo | Mínimo |
|---|---|---|---|---|
| ITUB4 e BBDC4 | 0,82 | 0,96 | 0,97 em 25/03/2020 | 0,34 em 04/06/2025 |
| PETR4 e IVVB11 | 0,01 | 0,77 | 0,86 em 16/03/2020 | −0,61 em 03/06/2026 |
Para o parceiro, a consequência é direta: a diversificação calculada com a correlação média promete uma redução de risco que encolhe justamente no mês em que ele mais precisaria dela. Um parecer honesto sobre uma carteira cita a correlação em crise ao lado da correlação média.
8. Encolhimento de Ledoit-Wolf
Uma matriz de covariância de 15 ativos estima 120 números (15 variâncias e 105 covariâncias). Com poucos pregões, parte desses números é ruído de amostra, e um otimizador aposta exatamente nesse ruído: ele concentra peso nos pares que, por acaso, pareceram pouco correlacionados.
O estimador de Ledoit e Wolf (2004) mistura a matriz amostral com um alvo simples, a identidade multiplicada pela variância média dos ativos, e calcula dos próprios dados a intensidade dessa mistura. Na janela comum dos 15 ativos, a mesma da matriz, a partir de 14/12/2020:
| Últimos pregões | Desde | Encolhimento |
|---|---|---|
| 63 | 03/06/2026 | 10,72% |
| 126 | 03/03/2026 | 5,46% |
| 252 | 28/08/2025 | 3,45% |
| 1.423 | 14/12/2020 | 0,89% |
Quanto menos pregões, maior o encolhimento. O notebook traz a fórmula em NumPy, conferida
contra o sklearn.covariance.LedoitWolf em tools/tests/test_aula03.py.
A escolha entre a matriz amostral e a encolhida é o ADR do estimador de covariância pedido no
A3, e a Aula 05 mede quanto essa troca mexe nos pesos ótimos.
9. Uma carteira só de bancos
Três ativos em partes iguais, medidos com a covariância anualizada na janela comum dos três ativos, 1.907 retornos desde 03/01/2019:
| Carteira | Média das volatilidades | Volatilidade da carteira | Redução |
|---|---|---|---|
| ITUB4, BBDC4 e BBAS3 | 32,61% | 29,64% | 9,11% |
| ITUB4, PETR4 e IVVB11 | 29,58% | 21,54% | 27,18% |
Com três ativos em cada carteira, a redução de risco vai de 9,11% na de bancos para 27,18% na mista. A diferença vem da correlação entre os ativos escolhidos, medida na matriz.
10. Depois do encontro
Desafio do notebook
Recalcular a matriz de correlação em duas janelas distintas e medir quanto cada par se move entre elas. A seção 8 do notebook traz a função a completar.
Avanço do A3
- SPEC.md do motor de simulação, com a matriz de covariância anualizada como entrada.
- Matriz de covariância anualizada exportada para o motor, simétrica e positiva definida.
- ADR do estimador de covariância (amostral ou Ledoit-Wolf, com qual janela e se a GOLD11 fica na cesta ao custo de março de 2020), com o impacto numérico da escolha.
O A3 vale 3 pontos. A review da Sprint 3 é em 19/11/2026, e a entrega vai até sexta, 20/11/2026, 23h59. A Ponderada 1 vale 3 pontos, com o parecer situado no período analisado.
Leitura complementar
O capítulo de diversificação eficiente do autoestudo da semana, relido com a matriz da própria cesta do grupo. As demais fontes estão na página de referências.