1. Preparação
O encontro abre com uma votação sobre o conteúdo desta seção. Faça as três partes antes da aula, nesta ordem.
Trilha mínima. Para acompanhar o encontro, o indispensável é o primeiro autoestudo (70 min), as duas animações e a autoverificação. O restante é aprofundamento, para depois do encontro. Os tempos dos autoestudos são os da Adalove.
| Prioridade | Item | Tempo declarado |
|---|---|---|
| Indispensável | Autoestudo 1: Os limites do otimizador (1.1) | 70 min |
| Indispensável | Duas animações do conceito central (1.2) | até 60 segundos cada (ADR-005) |
| Indispensável | Autoverificação de cinco perguntas, sem nota (1.3) | sem duração declarada |
| Aprofundamento | Seções 2 a 8 deste material e o notebook da aula | sem duração declarada |
| Aprofundamento | Capítulo 6 de Bodie, Kane e Marcus (seção 9) | sem duração declarada |
A Atividade Ponderada 2 (120 min na Adalove) é avaliação individual da semana, de 3 pontos, e fica fora da trilha de preparo: o encontro não pressupõe que ela esteja feita.
1.1 Autoestudos da semana, na Adalove
- Os limites do otimizador: premissas, sensibilidade e risco de modelo (70 min): por que uma carteira ótima no papel pode falhar na prática, com atenção às premissas e à sensibilidade das soluções de otimização, e um vídeo sobre como medir a perda máxima de uma estratégia.
- Atividade Ponderada 2: A carteira ótima sobrevive fora da amostra? (120 min): a atividade individual desta semana. O enunciado e o barema estão na Adalove.
1.2 Duas animações do conceito central
A curva de drawdown no teste. As duas carteiras ótimas de 2023 e 2024 aplicadas em 2025, pregão a pregão, ao lado do CDI. Observe qual delas termina o ano acima do CDI e em que mês cada uma atinge a maior queda desde um pico.
A janela de treino deslizando. A janela de 24 meses anda um mês por vez, e cada janela acrescenta uma barra com os pesos da carteira de máximo Sharpe otimizada nela. Observe se o ativo de maior peso na primeira janela continua no topo até a última, e compare o Sharpe prometido com o entregue na legenda.
1.3 Autoverificação, sem nota
Responda antes de abrir a resposta comentada.
- Na animação do drawdown, qual das duas carteiras termina 2025 abaixo do CDI?
Resposta comentada
A de máximo Sharpe. Ela acumulou 10,96% em 2025, contra 14,26% do CDI no mesmo período, e a de variância mínima acumulou 22,83%. A carteira de maior Sharpe prometido no treino foi a de menor retorno no teste.
- O drawdown máximo do máximo Sharpe em 2025 foi de -8,49%. A carteira perdeu 8,49% no
ano?
Resposta comentada
Não. Ela terminou o ano com 10,96% de ganho. O drawdown mede a maior queda do patrimônio desde um pico anterior, e esse fundo aconteceu em 08/04/2025. É a perda que quem entrou no pico teria visto no pior momento, e é a medida que um cliente sente.
- Na animação da janela deslizante, o ativo de maior peso na primeira janela continua no
topo até a última?
Resposta comentada
Não. A PETR4 tem 76,52% da carteira na primeira janela, de 2021 e 2022, e vai perdendo espaço para BBAS3, GOLD11 e IVVB11 conforme a janela anda. A legenda final mostra que, em 25 das 33 janelas, o Sharpe entregue ficou abaixo do prometido. Essas janelas se sobrepõem, e a seção 6 mostra a mesma medida em anos de teste disjuntos.
- Por que o período de teste precisa vir depois do período de treino, em vez de ser
sorteado entre os pregões?
Resposta comentada
Porque o comitê vai aplicar a carteira no futuro, sem conhecer os retornos que ainda não aconteceram. Sorteando pregões, o treino enxerga dias posteriores ao teste, e o resultado medido fica melhor do que o que a carteira consegue entregar de fato.
- O autoestudo trata da sensibilidade da solução ótima aos parâmetros do problema. Qual
parâmetro do otimizador de Markowitz é estimado com mais erro, o retorno esperado ou a
covariância?
Resposta comentada
O retorno esperado. A média de dois anos de retornos diários tem erro padrão da ordem da volatilidade dividida pela raiz do número de anos, e na cesta a mediana desse erro é de 17,63% ao ano (seção 7). A covariância usa as mesmas observações com mais eficiência. A carteira de máximo Sharpe usa o retorno esperado e por isso herda esse erro; a de variância mínima só usa a covariância.
2. A amostra desta aula
A aula usa o tratamento de ausência único do módulo, registrado na ADR-009: lacuna isolada é preenchida com o último preço, nada é preenchido antes da primeira cotação de um ativo, e a análise conjunta usa a janela comum dos ativos envolvidos. Com os 15 ativos da cesta de referência, essa janela começa em 14/12/2020, primeiro retorno depois da primeira cotação do GOLD11, e é a mesma que a Aula 04 usa. Aqui o estudo começa em 04/01/2021, primeiro pregão de 2021, para que as janelas de treino e de teste caiam em anos e meses civis inteiros.
Dentro do período há uma lacuna, 24/10/2025, em que BOVA11, IVVB11 e GOLD11 ficaram sem cotação (Aula 01). O preço do dia anterior é repetido: o retorno desses três ETFs é zero nesse dia, e o pregão seguinte leva a variação dos dois dias. O pregão fica na amostra, e são 1.412 retornos diários, de 04/01/2021 a 31/08/2026; o primeiro mede a variação desde o último pregão de 2020.
Para o ADR do grupo. A janela de dados é uma decisão com impacto numérico, e esta aula mostra quanto: a mesma cesta, otimizada em 2021 e 2022 ou em 2023 e 2024, produz carteiras de máximo Sharpe com 82,60% da carteira diferente (seção 6).
3. Treino e teste no tempo
O otimizador da Aula 04 recebe retorno esperado, covariância e CDI estimados numa janela de dados e devolve os pesos que seriam ótimos se o futuro repetisse aquela janela. Para saber se o resultado vale fora dela, a amostra é dividida em duas partes, na ordem do tempo:
| Período | Datas | Pregões | Uso |
|---|---|---|---|
| Treino | 02/01/2023 a 30/12/2024 | 499 | estimar e otimizar |
| Teste | 02/01/2025 a 30/12/2025 | 250 | aplicar os pesos congelados e medir |
No teste, os pesos não mudam: a carteira rende, a cada pregão, a soma dos retornos dos ativos ponderada pelos pesos do treino. Essa conta supõe rebalanceamento diário de volta aos pesos originais, sem custo de transação, que é a mesma premissa do retorno esperado do otimizador. Retorno e volatilidade do teste são anualizados por 252, como no treino, para que esperado e realizado sejam comparáveis. O custo de trocar a carteira a cada reotimização entra na seção 6.2.
Vazamento temporal. Sortear 30% dos pregões de 2023 a 2025 para o teste parece mais "estatístico", mas faz o treino conhecer dias posteriores aos do teste. O otimizador aprende, por exemplo, a alta de um ativo que aconteceu em 2025 e é avaliado em dias de 2024. O resultado medido no notebook fica acima do que o comitê vai ver na prática.
4. Esperado contra realizado
| Carteira | Retorno | Volatilidade | Sharpe | Acumulado em 2025 |
|---|---|---|---|---|
| Máximo Sharpe, esperado no treino | 32,05% | 9,51% | 2,11 | |
| Máximo Sharpe, realizado em 2025 | 11,02% | 10,35% | -0,32 | 10,96% |
| Variância mínima, esperado no treino | 20,77% | 7,46% | 1,17 | |
| Variância mínima, realizado em 2025 | 21,12% | 8,81% | 0,77 | 22,83% |
Três leituras saem da tabela.
- No máximo Sharpe, a volatilidade errou menos que o retorno. 9,51% prevista contra 10,35% realizada. Na variância mínima a volatilidade subiu de 7,46% para 8,81%, mais do que o erro de retorno dela. O retorno de 2025 nesta tabela é a média diária anualizada por 252; o acumulado no ano está na última coluna.
- O retorno previsto do máximo Sharpe erra muito. 32,05% esperados contra 11,02% realizados. O otimizador escolhe os ativos com maior retorno médio no treino, e parte desse retorno era acaso daquela janela. Michaud (1989) chamou o otimizador de média e variância de "maximizador de erro de estimação" por esse motivo.
- O CDI subiu. A taxa livre de risco foi de 12,00% ao ano no treino e de 14,32% ao ano no teste. Como o Sharpe é o retorno menos o CDI dividido pela volatilidade, o mesmo retorno vale menos Sharpe quando o CDI sobe. O máximo Sharpe rendeu menos que o CDI e por isso tem Sharpe negativo.
A variância mínima não usa o retorno esperado. Ela prometeu menos e entregou um retorno praticamente igual ao esperado, 21,12% contra 20,77%; o Sharpe caiu de 1,17 para 0,77 pela volatilidade um pouco maior e pelo CDI mais alto.
5. Drawdown
Volatilidade mede a dispersão dos retornos diários e trata alta e queda do mesmo jeito. Quem decide alocar o caixa de uma empresa pergunta outra coisa: quanto o patrimônio chegou a cair desde o melhor momento. Essa é a medida de drawdown.
patrimonio = (1 + diario).cumprod() # começa em 1 no primeiro pregão do teste
queda = patrimonio / patrimonio.cummax() - 1 # 0 nos picos, negativo abaixo deles
drawdown_maximo = queda.min() # a pior queda desde um pico
data_do_fundo = queda.idxmin()
Em 2025, o máximo Sharpe teve drawdown máximo de -8,49%, com fundo em 08/04/2025, e a variância mínima, de -4,75%, com fundo em 13/08/2025. As duas terminaram o ano no positivo. O drawdown mede a pior perda que alguém que entrou num pico teria visto antes da recuperação, o que pode acontecer num ano que termina com ganho.
Leitura para o comitê. O drawdown responde se a carteira cabe no perfil do cliente. Um cliente que precisa do caixa em data marcada se importa com quanto pode estar abaixo do pico no dia do resgate; um cliente de horizonte longo tolera quedas maiores. Na Ponderada 2, o perfil que você recebe é o critério dessa leitura.
6. Janelas deslizantes e estabilidade dos pesos
Um único ano de teste pode ter sido sorte ou azar. As janelas deslizantes repetem o mesmo experimento: treino de 24 meses, teste nos 12 meses seguintes, e a janela anda um mês por vez. Do treino iniciado em 01/2021 ao iniciado em 09/2023 cabem 33 janelas, com o último teste terminando em 08/2026.
| Medida nas 33 janelas | Máximo Sharpe | Variância mínima |
|---|---|---|
| Janelas com Sharpe entregue abaixo do prometido | 25 | 14 |
| Janelas com Sharpe entregue negativo | 9 | 5 |
| Sharpe prometido, mediana | 1,35 | 0,21 |
| Sharpe entregue, mediana | 0,53 | 0,70 |
| Carteira trocada de um mês para o seguinte, mediana | 11,91% | 3,23% |
| Carteira trocada de um mês para o seguinte, máximo | 32,32% | 7,88% |
Carteira trocada é a medida de estabilidade usada na aula: metade da soma, ativo a ativo, da diferença absoluta entre dois vetores de pesos. Zero é a mesma carteira e 100% é trocar tudo; o número é a fração do patrimônio que precisaria mudar de mãos para ir de uma versão à outra. Entre a janela de 2021 e 2022 e a de 2023 e 2024, o máximo Sharpe troca 82,60% da carteira: a PETR4 cai de 76,52% para 17,40%, e IVVB11 e GOLD11, que tinham peso zero, passam a 41,51% e 21,06%. A variância mínima troca 33,23%.
O máximo Sharpe ficou abaixo da promessa em 25 das 33 janelas, e a variância mínima, em 14. O que separa as duas é o retorno esperado, que só o máximo Sharpe usa (seção 7).
Uma mensagem do SLSQP que aparece nas janelas. Em algumas janelas o
otimizador para com Positive directional derivative for linesearch e
success=False. A mensagem diz que a busca em linha não encontrou passo que
melhorasse a função na precisão pedida, o que acontece quando o ponto já está em cima do
ótimo e a tolerância é mais apertada do que a aritmética permite. O otimizador da aula tenta
de novo com tolerância um degrau mais folgada antes de desistir, e só aceita resultado com
success=True. Ignorar o success e usar o x devolvido
é o erro a evitar: em outra situação, a mesma linha de código entrega pesos que não são
ótimos.
6.1 As 33 janelas se sobrepõem
Como a janela anda um mês por vez, duas janelas vizinhas compartilham 11 dos 12 meses de teste: na mediana, 91,60% dos pregões de teste de uma estão também no teste da seguinte, e um mesmo pregão entra no teste de até 12 janelas. Somados, os testes das 33 janelas têm 8.231 pregões, mas só 915 pregões distintos. Uma janela e a vizinha medem quase o mesmo período, e a contagem de 25 em 33 repete o mesmo resultado várias vezes. Ela descreve o período inteiro, sem valer como 33 experimentos independentes.
Com a mesma regra de treino (24 meses imediatamente antes do teste), cabem na base três anos de teste disjuntos, as janelas 1, 13 e 25:
| Ano de teste | Treino | Máximo Sharpe, prometido | Máximo Sharpe, entregue | Variância mínima, prometido | Variância mínima, entregue |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | 01/2021 a 12/2022 | 0,67 | 1,59 | -0,70 | 0,41 |
| 2024 | 01/2022 a 12/2023 | 1,39 | -0,25 | -0,29 | 1,09 |
| 2025 | 01/2023 a 12/2024 | 2,11 | -0,32 | 1,17 | 0,77 |
Nesses três experimentos independentes, o máximo Sharpe entregou menos que prometeu em 2 de 3 anos, e a variância mínima, em 1 de 3. Em 2023 o máximo Sharpe entregou mais do que prometeu. Mudando o mês de partida dos blocos disjuntos (são 12 escolhas possíveis), o máximo Sharpe fica abaixo do prometido em pelo menos 2 blocos em todas. Três anos são pouca evidência, e é esse o tamanho real da amostra de validação que a base comporta.
6.2 O custo de reotimizar
Uma carteira que troca 11,91% por mês na mediana gera custo de transação a cada revisão. A simulação abaixo reotimiza o máximo Sharpe de 01/2023 a 08/2026 (915 pregões, de 02/01/2023 a 31/08/2026) a cada 1, 3 ou 12 meses, sempre com os 24 meses anteriores de treino, e mantém os pesos constantes entre reotimizações. O custo é uma premissa declarada, sem dado de corretora: 0,10% sobre o valor negociado, isto é, sobre compras mais vendas (a soma de |Δw|, o dobro da carteira trocada), sem custo na compra inicial.
| Reotimização | Reotimizações | Trocado por reotimização, média | Trocado por ano | Custo por ano | Retorno anual bruto | Retorno anual líquido |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Mensal | 44 | 13,25% | 156,87% | 0,31 p.p. | 29,39% | 29,08% |
| Trimestral | 15 | 22,69% | 87,50% | 0,18 p.p. | 25,93% | 25,76% |
| Anual | 4 | 58,75% | 48,54% | 0,10 p.p. | 20,77% | 20,68% |
A 0,10% por operação, o custo tira 0,31 p.p. por ano da reotimização mensal, e o Sharpe passa de 0,92 para 0,90. A diferença de retorno bruto entre as frequências vem de um único caminho de 915 pregões e não mostra que reotimizar todo mês rende mais em outro período. Por isso a frequência de reotimização entra no ADR como hipótese condicionada ao custo real da corretora do parceiro, com a carteira trocada por ano e o retorno líquido.
7. Sensibilidade da fronteira
Duas mudanças na mesma janela de treino de 2023 e 2024 medem qual estimativa mais move os pesos.
7.1 Retorno esperado perturbado
Cada retorno esperado anual recebe mais ou menos 5 pontos percentuais, com o sinal sorteado por semente fixa. O tamanho da perturbação é pequeno perto do erro de estimação: com dois anos de dados, o erro padrão da média anual de um ativo é a volatilidade anual dividida pela raiz de dois, e a mediana desse erro na cesta é 17,63%. Mesmo assim, o máximo Sharpe troca 19,75% da carteira, e a PETR4 sobe de 17% para 27%. A variância mínima troca 0,00%, porque o retorno esperado não entra na conta dela.
7.2 Covariância de Ledoit-Wolf
O estimador de Ledoit e Wolf (2004) é uma média ponderada entre a covariância amostral e um alvo simples, a identidade multiplicada pela variância média. O peso do alvo, chamado de encolhimento, é escolhido pelos próprios dados: cresce quando há poucas observações por ativo e encolhe quando há muitas. Com 499 pregões e 15 ativos, o encolhimento ótimo é de apenas 2,41%, e a troca de estimador move 1,91% do máximo Sharpe e 1,81% da variância mínima.
Quando Ledoit-Wolf faz diferença. Com janelas curtas e muitos ativos, a covariância amostral fica instável e o encolhimento cresce. Na Ponderada 2 e no A4, meça o encolhimento na sua janela antes de atribuir a ele a estabilidade dos pesos, e registre no ADR o número medido, não o efeito esperado.
8. O ADR de quanto confiar no modelo
O A4 pede que a fragilidade dos pesos seja comunicada ao parceiro com honestidade. O lugar dessa comunicação no repositório é um ADR que declara quanto confiar no otimizador, com o número fora da amostra medido nos dados do grupo. Esqueleto, a partir do modelo do curso:
# ADR NNNN: Janela de dados e confiança no otimizador
## Contexto e problema
Qual carteira o otimizador prometeu na janela de treino e o que ela entregou no teste.
## Opções consideradas
- Janela de treino A (datas) e janela B (datas)
- Covariância amostral e Ledoit-Wolf
## Decisão
A janela e o estimador escolhidos, com o porquê. A frequência de
reotimização entra como hipótese condicionada: carteira trocada por ano,
retorno líquido e a premissa de custo por operação declarada.
## Consequências
- Impacto numérico: Sharpe prometido contra entregue, drawdown no teste
e carteira trocada entre janelas, medidos nos dados do grupo.
- O que o comitê precisa saber antes de usar os pesos.
9. Depois do encontro
Desafio do notebook. Reotimizar o máximo Sharpe do grupo em três janelas de 12 meses seguidas (seção 7 do notebook), medir quanto cada peso varia e escrever o que isso significa para a recomendação ao comitê. Na cesta de referência, o maior peso é BBAS3 em 2022 e em 2023, com 35,84% e 30,71%, e passa a ser IVVB11 em 2024, com 52,56%.
Avanço do A4. A tabela comparativa das duas carteiras ótimas com o resultado fora da amostra e o ADR da janela de dados e do estimador de covariância, com o impacto numérico. O A4 vale 3 pontos; a review da Sprint 4 é em 04/12/2026, e a entrega, na sexta, 04/12/2026, às 23h59.
Ponderada 2. Individual, 3 pontos, com cesta e perfil de cliente definidos pelo último dígito do RA. O enunciado e o barema estão na Adalove; este material usa só a cesta de referência.
Leitura complementar. O capítulo 6 de Bodie, Kane e Marcus, sobre risco de estimação, citado na Ponderada 2. A página de referências lista as fontes.
O laboratório completo está no notebook da Aula 05.